Extensão Sala de Artes: Instalação e Intervenção

OS INCRÍVEIS DESENHOS NA AREIA POR PETER DONNELLY

Tema sugerido por Lucinéia de Freitas, aluna de Florestas 2ºB
Peter Donnelly é um artista da Nova Zelândia que faz trabalhos incríveis na areia da praia. Sua arte começou tímida, mas aos poucos foi atraindo visibilidade tanto pela dimensão e complexidade dos grafismos quanto pela performance.

Logo pela manhã, quando a maré está baixa, Peter inicia seus desenhos gigantescos fazendo da praia uma verdadeira galeria a céu aberto. Seu estilo de trabalhar é único: o artista cria uma espécie de coreografia, atraindo olhares curiosos. Essa peculiaridade lhe rendeu o apelido de dançarino da areia.

O próprio artista classifica seu estilo como simbolista, embora algumas de suas obras tenham cunho político e social, como a que trata da campanha pelo desarmamento nuclear.

 
Quando Donnelly inicia um novo trabalho sabe que no fim do dia será destruído pelas ondas. Na verdade esse é um dos motivos que fazem sua arte tão especial: a demonstração de que a força da natureza é sempre maior que a intervenção humana!

MUSEU NO FUNDO DO MAR


Jason Taylor deCaires é um artista que cresceu na Ásia e na Europa, passando a vida em contato com o mar. Formado em artes e especializado em esculturas, o artista une arte e meio-ambiente, criando um verdadeiro museu subaquático.



O projeto é acompanhado por biólogos que apóiam a iniciativa. Ao colocar as peças no fundo do mar inicia-se a colonização da vida marinha, funcionando como suporte para os corais ameaçados pelo turismo intensivo.

As esculturas  são feitas a partir de modelos vivos que vão desde uma freira de 85 anos até um menino de 3 anos de idade.

Turista admirando a obra do artista

Algumas figuras já foram submersas e têm atraído a atenção do público, que mergulha para ver as estátuas. Com sua obra o artista ressalta que, apesar de vivermos cercados por edifícios, não podemos negar nossa dependência da natureza.


Este  grupo - que consiste em 400 figuras pesando mais de 120 toneladas - será submerso nas próximas semanas. Quando isso ocorrer, o artista vai perder o 'controle estético' sobre sua obra, que ficará a cargo da natureza.


Quer saber mais?  Clique aqui!
E você, aceita fazer uma visita?

ARTE COM TORRADAS

Post dedicado especialmente ao Sirlan - Informática Vespertino

Maurice Bennett é um artista neozelandês, formado em engenharia civil e arquitetura. Apaixonado por Arte, o artista viajou pelos E.U.A e Europa a fim de visitar museus e galerias de arte onde a sua apreciação por diversos estilos de arte cresceu.

Tablecloth nº2

Ao retornar para a Nova Zelândia falido e desesperado por um emprego, Maurice conseguiu trabalho em um supermercado local. A partir daí, os restos de alimentos descartados serviram de matéria prima para as mais diversas criações, dentre elas, arte com torradas.

The World of Finance

Uma das coleções chamada “Dreaming Paintings” é inspirada na arte aborígene da Austrália Central. O que mais impressiona são os projetos extremamente complicados que requerem tons diferentes de pele, luz e sombra.

Tapa Cloth - Samoa

Vale observar a forma como o artista representa a paisagem e o ambiente através do uso de cores terrosas, preenchendo toda área da pintura de uma maneira que não termina nas bordas da tela , mas se estende ao infinito.

Um de seus mais recentes trabalhos – apresentado no Food Art Festival, em Hong Kong – retrata a Monalisa, de Leonardo da Vinci, segurando um sorvete. Mas Bennett já criou as versões em torrada de personalidades como o cantor Elvis Presley, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o diretor de cinema Peter Jackson.

Depois de montadas, as obras são revestidas com poliuretano para que possam durar mais tempo. De acordo com o artista, a qualidade do pão influencia consideravelmente o resultado final!

ARTE DAS SOMBRAS


O LIXO DE TIM NOBLE E SUE WEBSTER  
 
 Você já ouviu o termo “Além do que os olhos podem ver?”
Assim é o trabalho de Tim Noble e Sue Webster, que consiste em juntar uma pilha de lixo de forma aparentemente aleatória, mas ao projetar o foco de luz o resultado é incrível.


No meio da amálgama de lixo estão escondidas formas que somente se revelam pelas sombras projetadas numa parede. Ambos os autores trabalham em Londres, tendo o seu trabalho sido já integrado em exposições de Arte Contemporânea da Royal Academy.
 
  Quer saber mais?


E você, gostaria de fazer um parecido?

VIK MUNIZ: ARTE COM LIXO



Se você assistiu televisão na última semana, deve ter visto a obra deste grande artista! Paulistano radicado em Nova York, Muniz ganhou fama internacional com suas telas e esculturas feitas de alimentos, páginas de revistas, monitores de computador e até diamantes.
Dentre seus trabalhos mais conhecidos estão as réplicas da Mona Lisa confeccionadas com geléia de morango e pasta de amendoim, o retrato de Che Guevara desenhado com feijão, e a Medusa concebida em um prato de macarrão com molho de tomate.
“Sou filho da cultura de massa. As novelas fazem parte da minha memória afetiva do Brasil”, revela o artista, que vive há quase 30 anos fora do país. “Ter meu trabalho na abertura da novela é como exibi-lo em uma exposição para 80 milhões de pessoas”, comemora Muniz, que já foi tema de mostras no Museu de Arte Moderna de Nova York e teve obras adquiridas pelo Metropolitan e o Guggenheim.


A convite da emissora de televisão, Muniz produziu três instalações feitas com lixo, a partir da foto de um casal se beijando. As obras foram filmadas pela equipe do designer Hans Donner, autor da edição do vídeo.
O artista conta que as obras foram produzidas durante dois meses no ateliê que ainda mantém no Brasil, localizado no bairro carioca de Parada de Lucas. “Foi uma loucura! Caminhões entravam e saíam trazendo material reciclável, cerca de 4,5 toneladas de lixo”. As fotografias das obras serão leiloadas e revertidas para uma ONG em prol de catadores de lixo.


Quer saber mais: Acesse http://www.vikmuniz.net 
E você, anima montar uma imagem dessas? 

MONALISA DE COPINHOS DE CAFÉ



Visto em um Festival em Sydney, no começo desse ano, esta Monalisa de copinhos de café é fruto de muito esforço criativo.


Primeiramente as cores foram analisadas e preparados 3.604 copinhos previamente com diversos tons de café, do expresso mais forte ao café com leite. O resultado final foi extraordinário, digno de uma obra de Lonardo da Vinci!


Confira abaixo o vídeo da execução:




Vai um cafezinho aí?

GALERIA DE ARTE EM MEIO À NATUREZA




Perto de Melbourne, na Austrália, numa pequena cidade chamada Marysville, podemos encontrar um jardim original constituído por uma grande mancha de floresta tropical. O que o torna peculiar é não só o fato de se situar dentro de uma área urbana mas sobretudo a enorme quantidade de esculturas que se encontram disseminadas por todo o lado.



Ao todo são mais de uma centena de figuras de terracota com formas de crianças, duendes, sereias, animais fantásticos e outros seres fabulosos que parecem saídos de um conto de fadas e que se fundem com o ambiente como se ali fosse a sua casa.


O autor dessas esculturas e também proprietário do jardim é Bruno Torfs, um artista sul-americano que se radicou na Austrália há alguns anos e aí encontrou terreno apropriado para concretizar este seu projeto. Começou com quinze esculturas ao ar livre e um pavilhão onde exibia mais algumas obras suas, tais como desenhos e pinturas. Porém, depressa se apercebeu das potencialidades da escultura e é nela que tem concentrado o seu trabalho.


Atualmente o jardim da escultura, como é chamado, é uma enorme galeria de arte no meio da Natureza a que continuamente são acrescentadas novas obras. Parece paradoxal que a arte, que como criação humana se deveria distinguir da Natureza, se encontre aqui numa perfeita fusão com o ambiente natural.


Quer saber mais? Acesse http://www.brunosart.com/

E você, o que achou desta galeria?
 
Edição Juliana Godin Distribuído por Extensão Sala de Artes